Sou um livro gigante, uma música de letras confusas, uma poesia cheia de metáforas escondidas. Sou a parte entediante e melosa do filme. Sou tudo o que ninguém leva até o fim.
Que me perdoem o linguajar… Mas, que vidinha filha da puta. Tudo bem, a vida é linda e essas coisas boas, mas, tem dia que ela faz a gente de palhaço. E a gente acaba sendo.
Você é a única coisa que eu tenho e que aparentemente me faz bem. E isso me dá um medo danado, porque olha, de todas as coisas que eu já tive, todas elas, juro, todas, não estão mais comigo. Aí eu fico com medo de perder você. E eu não sei se já te disse isso alguma vez, mas eu não quero perder você.
E daí se ele não lutou por você? E daí se ele não te pediu pra ficar? E daí que ele te deixou partir, ir embora? E daí? O único que perdeu, foi ele e não você.